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	<title>Planeta Vôlei - O Melhor Portal de vôlei da Web</title>
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	<description>O Melhor Portal de vôlei da Web</description>
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		<title>Sada Cruzeiro renova com base vice-campeã da Superliga Masculina</title>
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		<pubDate>Tue, 03 May 2011 04:24:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcosgarcia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sada Cruzeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Superliga Masculina]]></category>
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		<description><![CDATA[William, Wallace, Douglas, Acácio, Filipe e Serginho permanecem na equipe por mais uma temporada Teste Além de renovar contrato com o técnico Marcelo Mendez, o Sada Cruzeiro também contará na próxima temporada com a base do elenco que disputou a ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>William, Wallace, Douglas, Acácio, Filipe e Serginho permanecem na equipe por mais uma temporada</strong></p>
<p style="text-align: justify;" mce_style="text-align: justify;">Teste<br />
Além de renovar contrato com o técnico Marcelo Mendez, o Sada Cruzeiro também contará na próxima temporada com a base do elenco que disputou a última Superliga. O time celeste terá à disposição o levantador William, o oposto Wallace, os centrais Douglas Cordeiro e Acácio, o ponteiro Filipe e o líbero Serginho. Os seis jogadores foram destaque na campanha que levou o Sada Cruzeiro ao vice-campeonato nacional.</p>
<p>O jovem Wallace, de 23 anos, disputará a terceira temporada consecutiva pelo Sada Cruzeiro. Ele foi o segundo maior pontuador da Superliga com 558 pontos, foi o quinto melhor atacante e ficou entre os seis primeiros no saque.</p>
<p>William Arjona recebeu o troféu da CBV de melhor levantador da Superliga, enquanto que o meio de rede Acácio foi eleito o melhor bloqueador.</p>
<p>O experiente líbero Serginho liderou o ranking de recepção da última temporada. O ponteiro Filipe Ferraz, outro destaque no passe do Sada Cruzeiro, terminou em sétimo lugar na recepção, quinto na defesa, teve o quarto melhor saque e ainda ficou na 15ª posição entre os maiores pontuadores.</p>
<p>Já Douglas Cordeiro, que vai defender a equipe mineira pela quarta temporada seguida, foi o sétimo maior pontuador da Superliga, com 394 pontos, o melhor desempenho de um central na competição.</p>
<p>Para o presidente do Sada Cruzeiro, Vittorio Medioli, o time mantém sua força. &nbsp;“Pretendemos trazer ainda alguns reforços, mas a alma desse time permanece. Tivemos um bom ano, com os títulos do Mineiro, o torneio nos EUA e o vice-campeonato da Superliga, além do grande apoio do torcedor. Vamos fortes para a nossa sexta temporada na elite do vôlei brasileiro”, afirmou.</p>
<p>Os atletas do Sada Cruzeiro estarão de férias até o início de junho, quando começarão as atividades da temporada 2011/12.</p>
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		<title>Depois do título com a Unilever, Valeskinha vai encarar o exército</title>
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		<pubDate>Tue, 03 May 2011 04:06:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcosgarcia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Superliga Feminina]]></category>
		<category><![CDATA[Unilever]]></category>
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		<description><![CDATA[No dia 9/5, meio-de-rede vai se apresentar para o treinamento de sargento, com vistas aos Jogos Mundiais Militares, em julho, no Rio: &#8220;Gosto de desafios e já estou animada&#8221; Capitã da equipe Unilever, heptacampeã da Superliga Feminina de Vôlei, a ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>No dia 9/5, meio-de-rede vai se apresentar para o treinamento de sargento, com vistas aos Jogos Mundiais Militares, em julho, no Rio: &#8220;Gosto de desafios e já estou animada&#8221;</strong></p>
<p><span id="more-5463"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Capitã da equipe Unilever, heptacampeã da Superliga Feminina de Vôlei, a campeã olímpica (Pequim/08) Valeskinha terá pouco tempo para descanso. Depois da conquista do título da Superliga 2010/11, o sétimo do time do técnico Bernardinho, no último sábado (30/4), a jogadora terá apenas uma semana de folga antes de enfrentar um novo desafio na carreira. Na próxima segunda-feira (9/5), a meio-de-rede vai se apresentar para o treinamento como sargento do Exército, com vistas aos Jogos Mundiais Militares, em julho, no Rio de Janeiro.</p>
<p>Valeskinha, a ponteira Régis e a meio-de-rede Juciely, todas da Unilever, vão integrar a seleção brasileira feminina na competição. No ano passado, Régis e Juciely conquistaram o título no Campeonato Mundial Militar de Vôlei da Carolina do Norte (EUA) e já passaram pelo treinamento no Exército. Por isso, terão uma semana a mais de folga &#8211; se apresentam ao técnico da seleção brasileira militar, Hélio Griner, assistente-técnico de Bernardinho na Unilever, no dia 16 de maio.</p>
<p>&#8220;Estou ansiosa para ver como é esse treinamento. Já conversei com as meninas e sei que vou aprender a marchar, a prestar continência, a atirar com pistola e fuzil&#8230; Gosto de novos desafios e já estou animada&#8221;, afirma Valeskinha, que aproveitará a semana de folga para ir à Turquia, onde jogou por duas temporadas, buscar alguns pertences. &#8220;Algumas coisas ficaram na casa de uma amiga e vou aproveitar para fazer a mudança&#8221;, diverte-se a jogadora, que nesta temporada retornou para a Unilever, clube em que já havia conquistado dois títulos da Superliga: o primeiro em 1997/98, ano da criação da equipe, em Curitiba, e o de 1999/2000.</p>
<p>&#8220;Mesmo já tendo se passado dez anos desde que deixei a equipe, em 2000, parece que nunca saí daqui. O ritmo puxado do treinamento e as cobranças não mudaram&#8221;, diz Valeskinha. &#8220;Estou muito feliz com a conquista de mais um título nacional pela Unilever. A final contra o Osasco foi motivante, pois era um jogo em que nada podia dar errado. Entramos concentradas e prestamos atenção o tempo inteiro. Foi um jogo que fez o sangue correr mais rápido, com certeza&#8221; comenta a meio-de-rede, jogadora com maior número de finais disputadas em Superliga: 11.</p>
<p>Hélio Griner, que vai tirar apenas alguns dias de folga para recuperar as energias, já segue no comando dos treinamentos com a seleção brasileira militar na Escola de Educação Física do Exército, na Urca, mesmo local de treinos da Unilever. &#8220;Algumas jogadoras já se apresentaram e minha rotina será a mesma. &#8220;Por ser no Brasil, os Jogos Mundiais Militares vão ganhar notoriedade entre a população e a mídia. A Alemanha foi um forte adversário no Mundial do ano passado. Acredito que, desta vez, Coreia e China também possam dar trabalho&#8221;, diz o treinador.</p>
<p><strong>Merecidas férias</strong></p>
<p>À exceção de Valeskinha, que terá um período mais curto de férias, as demais jogadoras da Unilever poderão curtir por mais tempo o descanso. Para quem está na seleção, serão 15 dias de folga até o início dos trabalhos em Saquarema, no dia 16 de maio. A maior parte das titulares da Unilever viajou para o exterior. As demais jogadoras só voltam a treinar pela Unilever no início de junho &#8211; a data para reapresentação ao clube ainda será definida. Já o técnico Bernardinho voltará ao comando da seleção brasileira masculina, que estreia na Liga Mundial no dia 27 de maio.</p>
<p>A Unilever tem a equipe heptacampeã da Superliga Feminina de Vôlei, a mais vencedora da história da competição, e o Programa Esporte Cidadão, que dissemina e fomenta valores de cidadania, bem-estar, cooperação e respeito por meio do esporte. Um pequeno gesto que, ao longo de 14 anos, transforma a vida de mais de 80 mil crianças e jovens.</p>
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		<title>Unilever vence a Superliga Feminina pela sétima vez</title>
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		<pubDate>Sat, 30 Apr 2011 04:10:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcosgarcia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sollys / Osasco]]></category>
		<category><![CDATA[Superliga Feminina]]></category>
		<category><![CDATA[Unilever]]></category>
		<category><![CDATA[featured]]></category>
		<category><![CDATA[pictures]]></category>

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		<description><![CDATA[Equipe carioca vence Sollys/Osasco por 3 sets a 0, no ginásio do Mineirinho, em Belo Horizonte Na sétima final seguida da Superliga Feminina 10/11 entre Unilever (RJ) e Sollys/Osasco (SP), melhor para as cariocas. Neste sábado (30.04), a equipe do ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Equipe carioca vence Sollys/Osasco por 3 sets a 0, no ginásio do Mineirinho, em Belo Horizonte</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-5467"></span>Na sétima final seguida da Superliga Feminina 10/11 entre Unilever (RJ) e Sollys/Osasco (SP), melhor para as cariocas. Neste sábado (30.04), a equipe do técnico Bernardinho venceu as atuais campeãs, por 3 sets a 0 (25/23, 30/28 e 25/19), em 1h34 de jogo, no ginásio do Mineirinho, em Belo Horizonte (MG). Este foi o sétimo título da equipe carioca na competição, o quinto conquistado diante do time de Osasco.</p>
<p style="text-align: justify;">O grande nome da partida foi a atacante Sheilla. A oposto da Unilever marcou 19 pontos &#8211; 13 de ataque, cinco de bloqueio e um de saque. Na premiação individual, Sheilla também brilhou. A mineira ganhou o Troféu VivaVôlei como melhor jogadora do confronto e ainda foi eleita a melhor atacante.</p>
<p style="text-align: justify;">Do lado do Sollys/Osasco, a oposto Natália e a ponteira Sassá foram os destaques. Cada uma marcou 14 pontos.</p>
<p style="text-align: justify;">Nas sete finais disputadas entre Unilever e Sollys/Osasco, o time carioca levou a melhor cinco vezes (05/06, 06/07, 07/08, 08/09 e 10/11). Já a equipe paulista venceu duas vezes (04/05 e 09/10).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>União e superação</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Antes do jogo decisivo, Bernardinho fez questão de trabalhar dois sentimentos na conversa com a equipe: união e superação. &#8220;Conversei com o grupo e fiz questão de exaltar que a união e a superação iriam nos levar a esta conquista. Só seríamos campeões com uma equipe unida. Uma grande jogadora ganha uma partida, mas somente um grande time ganha um campeonato&#8221;, destacou Bernardinho.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o treinador, a Unilever cresceu no momento certo. &#8220;A equipe chegou nos playoffs no seu melhor momento. Na reta final, jogamos cinco jogos e ganhamos todos por 3 sets a 0. Isso foi primordial&#8221;, destacou Bernardinho, que disse que a equipe entrou em quadra de maneira correta.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;A consistência do time e a convicção na vitória nos deu esse título também. Entramos em quadra sabendo o que tínhamos que fazer e não tiramos isso da mente em momento algum. Sabíamos que não poderíamos vacilar. O Sollys/Osasco tem uma grande equipe e uma qualidade de passe muito boa&#8221;, completou o treinador, que esteve à frente da Unilever nos sete títulos da Superliga.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Luizomar: &#8220;não podemos desprezar este vice-campeonato&#8221;</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Do lado do Sollys/Osasco, o sentimento de tristeza era evidente. Mesmo assim, o treinador Luizomar de Moura destacou o espírito de luta da equipe. &#8220;Não podemos desprezar este vice-campeonato. Faltou aproveitarmos as oportunidades durante a partida. Sabíamos que teríamos que sacar muito bem. Até que conseguimos fazer isto nos dois primeiros sets, mas nossos contra-ataques não foram eficientes&#8221;, avaliou Luizomar.</p>
<p style="text-align: justify;">O treinador espera manter uma equipe competitiva para a próxima temporada. &#8220;Vamos fazer de tudo para o Sollys/Osasco continuar com um time forte que nos permita chegar a mais uma final. Tivemos uma temporada extremamente difícil, com a contusão da Jaqueline durante a Superliga. Além dela, a Natália jogou no sacrifício várias partidas, com dores na canela&#8221;, disse Luizomar de Moura.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O JOGO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O jogo começou extremamente equilibrado. O primeiro ponto só saiu depois de um belo rally. E foi da Unilever, num ataque de Sheilla. Em um erro de saque da central Valeskinha, o Sollys/Osasco abriu dois pontos (16/14). Depois de duas falhas seguidas de ataque das atuais campeãs da Superliga, a Unilever tomou a liderança do placar: 19/18. A partir desse momento, o time do Rio de Janeiro dominou a parcial e fechou com um ponto de bloqueio de Juciely sobre a campeã olímpica Jaqueline (25/23). Sheilla e Natália, do Sollys/Osasco, foram as maiores pontuadoras do set, com seis pontos cada. O bloqueio foi a principal arma das cariocas. Foram cinco pontos contra apenas um das paulistas.</p>
<p style="text-align: justify;">O Sollys/Osasco voltou melhor para o segundo set. Mas numa boa sequência de saques da central Valeskinha, a Unilever chegou à frente na primeira parada técnica (8/7). A liderança se alternou entre os times até que o volume de jogo das cariocas fez a diferença. Ao defender e bloquear com eficiência, a Unilever abriu três pontos (20/17). Neste momento, as atuais campeãs mostraram força numa boa sequência de saques da levantadora Carol e empataram: 20/20. A parcial seguiu indefinida. No ace da mineira Sheilla, a Unilever fechou: 30/28, para delírio da torcida. E a atacante da equipe do Rio de Janeiro teve atuação destacada na parcial, ao marcar oito pontos.</p>
<p style="text-align: justify;">A Unilever continuou dominando o jogo na terceira parcial. Logo no início, abriu três pontos. No segundo tempo técnico, a vantagem das cariocas aumentou para cinco (16/11). O Sollys/Osasco não teve forças para reagir e foi totalmente dominado pelo adversário. No final, a Unilever administrou a vantagem, venceu o set (25/19) e conquistou o sétimo título da sua história.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sheilla sonha com o resultado da final </strong></p>
<p style="text-align: justify;">O segundo título da oposto Sheilla, da Unilever (RJ), na Superliga Feminina não poderia ter acontecido de uma forma melhor. Na noite anterior à decisão contra o Solly/Osasco (SP), a jogadora sonhou com o resultado do jogo. Enquanto suas companheiras afirmavam que o jogo seria disputado em quatro ou cinco sets, a atleta garantia que a vitória seria por 3 sets a 0.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Eu falei para todas as meninas que nós íamos vencer por 3 sets a 0 e ninguém acreditou&#8221;, brincou a mineira, que conquistou o seu segundo título da Superliga, o primeiro como titular. A atleta também foi campeã na temporada 01/02, pelo MRV/Minas.</p>
<p style="text-align: justify;">Sheilla teve uma atuação destacada na final e deixou a partida como a maior pontuadora, com 19 acertos &#8211; 13 de ataque, cinco de bloqueio e um de saque. A jogadora ainda foi eleita e melhor do jogo e levou para casa o Troféu VivaVôlei. E esse não foi o único troféu que a atleta ganhou na cerimônia de premiação. Sheilla foi eleita a melhor atacante da competição.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta foi a terceira vez consecutiva que Sheilla recebeu o troféu de melhor atacante. Nas últimas duas Superligas, a oposto também ganhou, mas defendendo as cores da Blausiegel/São Caetano (SP).</p>
<p style="text-align: justify;">Além de todas as premiações, Sheilla também terminou a Superliga como a maior pontuadora, com 494 pontos &#8211; 418 de ataque, 60 de bloqueio e 16 de saque.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;É muito bom jogar em casa com a minha família toda assistindo. Esse título é dedicado a minha avó Terezinha que sempre me deu muita força&#8221;, garantiu a jogadora, entre abraços e beijos com a avó.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Um paredão chamado Juciely</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Ela tem apenas 1,84m e pela primeira vez defendeu a Unilever (RJ). A central Juciely saiu de quadra consagrada neste SÁBADO (30.04). Além da conquista da sua primeira medalha de ouro da Superliga, a atacante foi eleita a melhor bloqueadora da competição.</p>
<p style="text-align: justify;">Emocionada, Juciely disse que não esperava esta premiação. &#8220;As pessoas até me diziam que eu estava muito bem no bloqueio, mas não acreditava. Foi uma conquista inesperada. A felicidade é imensa. È uma grande recompensa por todo o esforço e também uma grande conquista profissional. Mas só ganhei este prêmio por causa da união desta equipe maravilhosa&#8221;, disse a mineira, de 30 anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Juciely, o segredo da conquista da Unilever foi um só: &#8220;Paciência. Entramos ansiosas em quadra, mas nos momentos certos conseguimos definir as bolas&#8221;, avaliou a central, que dedico as conquistas a Deus e a família.</p>
<p style="text-align: justify;">A atleta lembrou também o poder de superação da Unilever durante esta Superliga. &#8220;A equipe foi muito renovada do ano passado para este. Mesmo assim, conseguimos chegar a mais uma final e conquistar mais um título&#8221;, disse Juciely, que já tinha o título da Superliga 01/02, quando era reserva do MRV/Minas (MG).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Valeskinha comemora o sexto título da Superliga</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Ela é a recordista de participação em finais da Superliga Feminina. Neste sábado (30.04), a campeã olímpica Valeskinha jogou pela 11ª vez a decisão da competição e ganhou seu sexto título, o terceiro pela Unilever. Coube a capitã, a honra de levantar o sétimo troféu conquistado pela equipe carioca.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Dever cumprido&#8221;, desabafou Valeskinha. &#8220;É muito bom poder comemorar mais um título pela Unilever. Não esperava que esta partida fosse decidida em apenas três sets. O Osasco é uma equipe que não desiste nunca e assim foi o jogo inteiro. Somente a terceira parcial é que foi atípica&#8221;, avaliou Valeskinha.</p>
<p style="text-align: justify;">Para a atleta, a palavra-chave da conquista foi superação. &#8220;Não desistimos em momento algum. Entramos em quadra para jogar, fazer o nosso papel. No segundo set, por exemplo, nos superamos várias vezes quando estivemos atrás do placar&#8221;, observou.</p>
<p style="text-align: justify;">Acostumada a decisões, Valeskinha disse que são as partidas desafiadoras que a motivam. &#8220;Nesses jogos não podemos desligar. O sangue corre mais rápido e pulsa forte a todo o momento. Em partidas como esta não podemos piscar senão a bola cai do outro lado&#8221;, disse a atleta, que depois de 10 anos retornou para a equipe Unilever depois de atuar no voleibol turco na última temporada.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A volta por cima de Mari</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A vitória da Unilever (RJ) na Superliga Feminina 10/11 teve um sabor especial para a campeã olímpica Mari. A jogadora passou boa parte da competição se recuperando de uma cirurgia no joelho direito. Os 12 pontos marcados na decisão diante do Sollys/Osasco (SP) mostraram que a atleta está totalmente recuperada. Depois de quatro temporadas sem disputar a final do torneio, Mari conquistou o seu quarto título &#8211; o primeiro pela equipe do Rio de Janeiro.</p>
<p style="text-align: justify;">A jogadora fez questão de agradecer o apoio recebido das companheiras. &#8220;Essa vitória foi especial pela superação e pelo grupo. Foi uma temporada diferente para mim. Tive que buscar forças que eu não conhecia, além de acreditar que iria me recuperar a tempo. Sempre fica aquela dúvida, se você vai voltar a jogar no mesmo nível&#8221;, disse a atleta.</p>
<p style="text-align: justify;">Mari também revelou que nessa temporada realizou um antigo sonho. &#8220;Eu sempre quis treinar com o Bernardo. Ele é um profissional maravilhoso. Valeu à pena ter vindo jogar na Unilever. Não me arrependo da decisão que tomei. Os resultados aparecem quando o trabalho é bem feito. Esse título é o maior exemplo&#8221;, afirmou a jogadora.</p>
<p style="text-align: justify;">Os outros títulos da atleta foram conquistados nas temporadas 02/03, 03/04 e 04/05, todos com a camisa do time derrotado na final deste sábado, que na época se chamava Finasa/Osasco.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A guerreira Fabi </strong></p>
<p style="text-align: justify;">A líbero Fabi, da Unilever, deixou a quadra neste sábado com o prêmio de melhor defesa da competição. Símbolo de garra no time carioca, a jogadora disse que essa foi uma das Superligas mais equilibradas dos últimos anos, o que valorizou ainda mais a sétima conquista.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;A nossa vitória foi de uma equipe. Fomos mais consistentes ao longo do campeonato e na própria final. O primeiro e o segundo set foram equilibrados e poderiam ter ido para qualquer uma das equipes, mas jogamos melhor nos pontos decisivos&#8221;, disse Fabi.</p>
<p style="text-align: justify;">A campeã olímpica elogiou as rivais da decisão e falou em especial de uma atleta. &#8220;O time delas têm uma qualidade impressionante. A Natália tem uma força de ataque que é descomunal, digna de vôlei masculino. É muito difícil marcá-la. Hoje, nós conseguimos isso e jogamos muito bem taticamente&#8221;, explicou a jogadora que venceu seu quinto título na competição (05/06, 06/07, 07/08, 08/09 e 10/11), todos com a camisa da equipe do Rio de Janeiro.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>EQUIPES</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SOLLYS/OSASCO </strong>- Carol Albuquerque, Natália, Sassá, Jaqueline, Thaísa e Adenízia. Líbero &#8211; Camila Brait<br />
Entraram &#8211; Thais, Samara, Juliana e Ana Tiemi<br />
Técnico &#8211; Luizomar de Moura</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>UNILEVER </strong>- Dani Lins, Sheilla, Mari, Regiane, Juciely e Valeskinha. Líbero &#8211; Fabi<br />
Entraram &#8211; Amanda e Roberta<br />
Técnico &#8211; Bernardinho</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NÚMEROS DA PARTIDA</strong></p>
<p><strong>SOLLYS/OSASCO</strong><br />
Ataque &#8211; 43<br />
Bloqueio &#8211; 12<br />
Saque &#8211; 1<br />
Erros do adversário -24</p>
<p><strong>UNILEVER </strong><br />
Ataque -43<br />
Bloqueio &#8211; 8<br />
Saque &#8211; 4<br />
Erros do adversário &#8211; 15</p>
<p><strong>AS MELHORES DA SUPERLIGA 10/11</strong><br />
<strong>SAQUE </strong>- Thaisa (Sollys/Osasco)<br />
<strong>ATAQUE </strong>- Sheilla (Unilever)<br />
<strong>BLOQUEIO </strong>- Juciely (Unilever)<br />
<strong>RECEPÇÃO </strong>- Camila Brait (Sollys/Osasco)<br />
<strong>DEFESA </strong>- Fabi (Unilever)<br />
<strong>LEVANTADORA </strong>- Dani Lins (Unilever)<br />
<strong>MELHOR JOGADORA DA FINAL </strong>- Sheilla (Unilever)</p>
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		</item>
		<item>
		<title>(Pacome) Murilo Endres, exemplo de um grande campeão</title>
		<link>http://www.planetavolei.com.br/murilo-endres-exemplo-de-um-grande-campeao/</link>
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		<pubDate>Wed, 27 Apr 2011 17:58:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pacome</dc:creator>
				<category><![CDATA[SESI-SP]]></category>
		<category><![CDATA[Sada Cruzeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Superliga Masculina]]></category>
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		<description><![CDATA[Quando todos imaginavam que Vini fosse escolhido o melhor do jogo, veio a surpresa Carlos Eduardo Guilherme (Pacome) A mesma tecnologia que nos permite assistir a imagens grotescas e chocantes como as do atropelador de ciclistas em Porto Alegre, e ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Quando todos imaginavam que Vini fosse escolhido o melhor do jogo, veio a surpresa</strong></p>
<p><strong><span id="more-5459"></span></strong></p>
<p><strong>Carlos Eduardo Guilherme (Pacome)</strong></p>
<p>A mesma tecnologia que nos permite assistir a imagens grotescas e chocantes como as do atropelador de ciclistas em Porto Alegre, e impressionantes, como as do terremoto e tsunami no Japão, oferece a oportunidade de garimpar vídeos simplesmente inesquecíveis. Mais do que isso, cria a possibilidade de mostrarmos a filhos e netos cenas que marcaram quem as viram e ficaram na história como exemplos. Elas estão disponíveis na internet para quem quiser ver.</p>
<p>Vamos a alguns exemplos. Primeiro, a aproximação da suíça Gabriele Andersen da linha de chegada ao final dos 42.195 metros nos Jogos Olímpicos de Los Angeles, em 1984. Ela não tinha mais forças, não tinha mais controle motor, sentia fortes câimbras, mas concluiu o trajeto, sob aplausos do público que lotava o estádio. Rever a cena, com os médicos caminhando ao lado da maratonista, sem saber se ela conseguiria ou não cumprir o desafio de correr 42 quilômetros, superando todos os limites foi emocionante. Confesso: fui às lagrimas com a cena.</p>
<p>Depois, o chinês que, sozinho e com coragem despudorada, parou a ameaçadora e poderosa coluna de tanques de guerra na Praça da Paz Celestial, em Pequim. A sequência para longa, interminável, com o homem valente na frente dos tanques, que tentam avançar, mas não podem. Ele não deixa, porque tinha força suficiente para parar um exército. É ainda sobe no primeiro tanque, vitorioso, digno, destemido. E a índia Valda Ferreira que, com uma criança no colo, encara os soldados se seus escudos em uma disputa de terras na Amazônia, em cena imortalizada pelo fotografo Luiz Vasconcelos.</p>
<p>Tem a cena extrema ternura de policias parando o trânsito em movimentada rodovia no Canadá, para que a dona pata e seus patinhos atravessassem em segurança. São imagens de envergonhar quem, como nós, somos protagonistas em um trânsito selvagem e ameaçador nas grandes cidades brasileiras. Por isso, não paramos nem para pedestres atravessar, quanto mais para uma pata se seus patinhos.</p>
<p>Mostrar cenas assim para as crianças pode parecer um processo educativo, principalmente se completado com uma boa conversa sobre superação, sobre respeito, sobre dignidade, sobre coragem, sobre exemplo. Façam o teste e vejam como as crianças gostam de ver e ouvir sobre cenas exemplares e emocionantes. É um privilégios que pais e educadores possam contar com imagens como as descritas acima para falar de valores e princípios.</p>
<p>Ao falarmos de cenas marcantes e emocionantes, não podemos nos esquecer de Antônio Carlos Gouveia, ou simplesmente Carlão, capitão da seleção brasileira campeã olímpica de 1992. Acreditem, numa das finais, em 1994, na primeira edição da Superliga de voleibol masculino, no jogo entre Frangosul/Ginástica de Novo Hamburgo e o Report/Suzano-SP, Carlão continuou em quadra, mesmo depois de ter quebrado o pé, e ajudou sua equipe a conquistar a primeira Superliga. Foi simplismente inacreditável.</p>
<p>Agora vamos falar do presente. Outra cena também emocionante, vista por todo o Brasil, no dia 24 de abril de 2011, no Mineirinho, na decisão do título da Superliga 2010/11, digna de louvores, que merece ser destacada no mesmo nível dos exemplos acima, foi a conquista e a comemoração pelo título de campeão pela aguerrida equipe de voleibol masculino do Sesi/SP em cima da competente equipe do Sada Cruzeiro por 3&#215;1, com parciais de 25&#215;19; 19&#215;25;27&#215;25 e 25&#215;17. Não há por onde negar. A conquista do título passou pelas mãos e vibração do central Vini. Que, aliás, para os padrões nacionais e internacionais, é um jogador baixo para a posição de meio de rede, 1,94m. Mas superando o estigma e esteriótipo de ‘jogador baixo’, Vini foi um gigante na quadra, atacou e bloqueio como poucos. O último ponto do título foi merecido para o central, um dos melhores no jogo, ao lado de Wallace.</p>
<p>Quando todos imaginavam que Vini fosse escolhido o melhor do jogo, veio a surpresa: o escolhido foi Murilo. Quando ninguém esperava, no momento da premiação, veio a atitude mais bonita, emocionante e digna de grandes homens: Murilo, demonstrando, mais uma vez, ser um gentleman, repassou o Viva Vôlei (troféu de melhor jogador) ao companheiro, o central Vini. Convenhamos, atitude digna dos grandes campeões. Não nos iludamos, o ambiente esportivo, em que o dinheiro, a vaidade e o prestígio acirram a competição, algumas atletas perdem o escrúpulo e a vergonha e se deixam cair na armadilha da mesquinharia. Definitivamente, não é, e nunca foi o comportamento de Murilo Endres. David Sarnoff lembrou muito bem:<strong> </strong>“A competitividade revela o melhor dos produtos e o pior das pessoas”.</p>
<p>O relacionamento entre atletas, técnicos e dirigentes pode ser carregado de más intenções: deslealdade, intriga, ingratidão, covardia, despeito, traição, inveja, egoísmo, ambição, vaidade, maldade, vingança e fofoca. A “trairagem”,<strong> </strong>como é conhecida no meio esportivo, já magoou amigos, perdeu títulos e destruiu muitas carreiras promissoras. Entretanto, atleta da estirpe de Murilo Endres, contraria o comportamento dessas minorias de conduta duvidosa. Por isso, ele deve ser reverenciado por todos nós.</p>
<p>Alguns atletas, quando conseguem fama, dinheiro, compram carros novos, são assediados pelos fãs e dão entrevistas na televisão, mudam radicalmente seu comportamento. Mudam a maneira de falar, de andar, de se relacionar, enfim, tornam-se pessoas “mascaradas”. Deslumbram-se facilmente com os flashes e as luzes das câmaras. Infelizmente, perdem a exata noção do justo valor. Murilo é a antítese de tudo isso. Mesmo depois de todos os lauréis, ele continua simples, humilde e simpático.</p>
<p>Não é à toa que o atacante foi escolhido, a propósito, de maneira justa e inquestionável, o melhor atleta do mundo no último mundial realizado na Itália e de o melhor atleta do ano no “Prêmio Brasil Olímpico”, de 2010. Não há o contestar, é um cracaço de bola.</p>
<p>Ao término deste texto, só nos resta parabenizar o grande campeão e, é claro, esperamos que ele continue nos brindando com atitudes exemplares e elegantes que, com certeza, servirão de modelo para as futuras gerações.</p>
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		<title>Blog De Veneta: Talmo no grito da maioria da galera</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Apr 2011 17:42:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcosgarcia</dc:creator>
				<category><![CDATA[BMG / Montes Claros]]></category>
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		<description><![CDATA[Através do site da Rede Globo, torcida elege o comandante do BMG/Montes Claros como o técnico da Seleção da Superliga Christiano Jilvan www.devenetaonline.blogspot.com Ele não chegou à decisão da Superliga como aconteceu na temporada anterior, em São Paulo, diante do ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em><strong>Através do site da Rede Globo, torcida elege o comandante do BMG/Montes Claros como o técnico da Seleção da Superliga</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-5446"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Christiano Jilvan</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.devenetaonline.blogspot.com/">www.devenetaonline.blogspot.com</a></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Ele não chegou à decisão da Superliga como aconteceu na temporada anterior, em São Paulo, diante do Cimed/SC. Nem ao menos foi às semifinais 2010/2011, mas está entre os destaques ao final de mais uma edição da principal competição nacional de vôlei.</p>
<p style="text-align: justify;">Técnico do BMG/Montes Claros, Talmo Curto de Oliveira foi eleito pelo site Globo.com, em parceria com o programa Esporte Espetacular – da Rede Globo, o melhor entre os 15 técnicos da disputa.</p>
<p style="text-align: justify;">Foram três finalistas. O reconhecimento veio do público, uma vez que a votação foi intitulada “Seleção da Galera” exclusiva para os torcedores somente pela internet através do portal da emissora. Com 46% dos votos, ele ficou à frente de Marcos Pacheco, do Cimed, e Giovanni Gávio, nada menos que o campeão nacional pelo Sesi/SP.</p>
<p style="text-align: justify;">Já o time eleito pelo povo, com nomes como o do levantador Ricardinho (Vôlei Futuro), do oposto Wallace (maior pontuador da Superliga) e do central Henrique (Vivo/Minas), é dar inveja a qualquer seleção do mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">O mérito Talmo divide com a torcida, a quem responsabiliza pelo empenho em sua expressiva votação. “Não seria a eliminação que tivemos nas quartas-de-final que poderia manchar a boa temporada que o Montes Claros teve entre 2010 e 2011”, disse o treinador na tarde/noite dessa terça-feira. Confira a entrevista.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Você conquistou 46% dos votos e olha que não chegou sequer à semifinal da Superliga&#8230;</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>TALMO –</strong>“Não há como esconder minha felicidade por este reconhecimento. Isso é muito importante para a minha carreira. Uma votação absolutamente expressiva que traduz o valor que a torcida dá ao time do Montes Claros. Apesar de não ter chegado às semifinais, fizemos uma temporada muito boa, com jogos marcantes. Enfim, sinal de que o nosso trabalho não ficou manchado”.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Olha só o time que a galera elegeu para você: levantador Ricardinho, líbero Serginho, oposto Wallace, centrais Henrique e Lucão e opostos Murilo e Filipe. Que potência hein?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>TALMO -</strong> “Um time assim hein? Quem não queria trabalhar com eles? (risos) É um time dos sonhos; eu diria uma seleção brasileira (risos)”.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Esse tipo de sensação de ser eleito o melhor técnico em uma votação popular e com um “Dream Team”, mesmo sendo hipotético, dá para pensar um dia em ser substituto natural do Bernardinho na seleção brasileira?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>TALMO –</strong>“Não faço essa associação. Penso primeiro em meu trabalho, aprimorar, ganhar títulos, amadurecer. O processo de crescimento tem que ser gradativo e natural. Aí sim, acumulando experiência, quem sabe um dia chego lá”.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>A atual fase do Montes Claros é de especulações. Como é que você convive com isso?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>TALMO –</strong> “Há uma expectativa muito grande para que as coisas dêem certo, mas sei que o futuro depende muito do apoio dos patrocinadores. Todo mundo do clube com quem mantenho contato está ligado neste momento e espera um desfecho feliz, mas é prematuro afirmar algo”.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Você está de volta a Montes Claros depois de ir para a terra natal (Itabira). Por causa das férias, está longe da rotina de treinos e jogos. O que tem feito?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>TALMO – </strong>“Estudando voleibol. Revendo muita coisa que foi trabalhada neste ano e buscando aprender outras. O esporte é muito dinâmico”.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Sendo graduado em educação física pensa em ir para a sala de aula? Dá para conciliar?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>TALMO –</strong> “Penso muito nisso. Sou licenciado em  Educação Física e gostaria de lecionar em um dos cursos que a cidade tem. Há essa possibilidade de conciliação. Acho que levo jeito para a coisa”.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Muitos te consideram calmo e paciente. Acha isso?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>TALMO –</strong> “Nem tanto (risos)”.</p>
<p><strong><em>Foto: Carlos Manoel</em></strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Blog De Veneta: Alemão e Giovanni: sentido!</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Apr 2011 17:37:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcosgarcia</dc:creator>
				<category><![CDATA[BMG / Montes Claros]]></category>
		<category><![CDATA[Superliga Masculina]]></category>
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		<description><![CDATA[Convocados para a Seleção Brasileira dos Jogos Mundiais Militares, jogadores do Montes Claros iniciaram treinamentos nesta terça Christiano Jilvan www.devenetaonline.blogspot.com Mesmo que esteja em fase de negociações com patrocinadores na tentativa de saber como será sua vida financeira e qual ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em><strong>Convocados para a Seleção Brasileira dos Jogos Mundiais Militares, jogadores do Montes Claros iniciaram treinamentos nesta terça</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-5447"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Christiano Jilvan</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.devenetaonline.blogspot.com/">www.devenetaonline.blogspot.com</a></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Mesmo que esteja em fase de negociações com patrocinadores na tentativa de saber como será sua vida financeira e qual será o seu ritmo de trabalho da próxima temporada, o BMG/Montes Claros também consegue dar sua parcela de contribuição às chamadas “missão de guerra” da Pátria. Nessa terça-feira, dois de seus jogadores iniciaram a primeira fase de treinamentos da Seleção Brasileira que disputará os 5º Jogos Mundiais Militares (5º JMM), entre 16 e 24 de julho. O país será a sede.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O oposto Alemão e o central Giovanni Chagas estão entre os convocados pelo técnico Flávio Márcio Marinho para os trabalhos, na Fortaleza São João, no bairro da Urca, no Rio de Janeiro. A lista tem outros nomes conhecidos como Douglas Cordeiro (Cruzeiro), Anderson e Jardel (Cimed), Thiago Gelinski (Campinas) e Vini, campeão brasileiro pelo Sesi/SP.</p>
<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-5448" href="http://www.planetavolei.com.br/blog-de-veneta-alemao-e-giovanni-sentido/alemao/"><img class="aligncenter size-full wp-image-5448" title="Alemão" src="http://www.planetavolei.com.br/wp-content/uploads/Alemão.jpg" alt="" width="555" height="370" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Alemão, de 23 anos, e Giovanni, de 29, passam a responder pela função de soldados. No grupo com 20 atletas, há somente um militar de carreira: o tenente Ritter, do 34º Batalhão de Infantaria Motorizado de Foz do Iguaçu/PR.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Antes dos jogos propriamente ditos, Alemão, Giovanni e os demais companheiros estarão disputando um torneio preparatório em Gattineau, no Canadá. A VI Copa Pan-americana será realizada entre os dias 11 e 19 de junho, com a participação do Brasil, Estados Unidos, Cuba e Canadá. Após essa disputa, seis nomes serão cortados.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Um dos mais experientes do grupo, Giovanni se diz motivado com a experiência: “me apresento à seleção com muita vontade de conquistar um lugar na lista final para a competição, até pelo prazer de representar o meu país em uma competição mundial e jogando em casa!”.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Já Alemão, antes mesmo do fim da Superliga, adiantava o assunto e confiante na sua permanência no grupo final dos 14 que irão aos Jogos Militares: “são apenas dois meses e meio; depois eu volto”. Ao site da Orkutorcidamoc, uma das organizadas do time de vôlei da cidade, disse que se sente feliz pela convocação: “conheço o técnico e alguns dos jogadores, espero me sentir bem o tempo todo”.</p>
<p><strong><em>Fotos: </em></strong></p>
<p><strong><em>Giovani &#8211; Alexandre Arruda &#8211; CBV</em></strong></p>
<p><strong><em>Alemão &#8211; Clésio Robert</em></strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Sidão, o canhão da Superliga</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Apr 2011 01:19:44 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Central se destaca no saque e Sesi tem mais três dos melhores jogadores da competição Sidão sempre se destacou como um dos atacantes mais potentes da Seleção Brasileira, mas, nessa edição da Superliga, foi o seu saque que chamou mais ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Central se destaca no saque e Sesi tem mais três dos melhores jogadores da competição</strong></em><br />
<span id="more-5433"></span><br />
Sidão sempre se destacou como um dos atacantes mais potentes da Seleção Brasileira, mas, nessa edição da Superliga, foi o seu saque que chamou mais atenção. Depois da vitória sobre o Sada Cruzeiro, o atleta foi eleito o melhor jogador deste fundamento e garantiu que buscou aprimorar o saque durante todos os treinos.</p>
<p>- Particularmente, treino muito saque. Esse fundamento não era o meu melhor, mas trabalhei demais para ter mais consistência ao longo dos jogos. Esse prêmio é a prova de que os treinos surtiram efeito &#8211; afirmou o meio de rede, que teve a torcida da namorada Dani Lins, atleta da Unilever (RJ), que estava nas cadeiras do Mineirinho.</p>
<p>O jogador fez questão de agradecer ao grupo pela sua segunda conquista da Superliga. Sidão havia vencido a temporada 05/06 pela Cimed (SC).</p>
<p>- Esse título foi maravilhoso. Foi uma vitória do grupo. Nós lutamos muito para chegar aqui depois da derrota no Paulista (a equipe foi superada pelo Vôlei Futuro). Tenho orgulho de fazer parte desse time lutador &#8211; finalizou o campeão mundial com a seleção brasileira ano passado na Itália.</p>
<p>Confira os melhores da Superliga 2010/11:</p>
<p>SAQUE &#8211; Sidão (Sesi-SP)</p>
<p>ATAQUE &#8211; Wallace (Sesi-SP)</p>
<p>BLOQUEIO &#8211; Acácio (Sada Cruzeiro)</p>
<p>LEVANTADOR &#8211; William (Sada Cruzeiro)</p>
<p>RECEPÇÃO &#8211; Murilo (Sesi-SP)</p>
<p>DEFESA &#8211; Escadinha (Sesi-SP)</p>
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		<title>Murilo e Serginho conquistam o título que faltava</title>
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		<pubDate>Sun, 24 Apr 2011 23:18:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Ponteiro e líbero completam suas galerias com a conquista da Superliga 2011 O ponteiro Murilo foi eleito o melhor jogador do mundo, é bicampeão Mundial e tem uma medalha de prata olímpica no currículo. O líbero Serginho, o Escadinha, é ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Ponteiro e líbero completam suas galerias com a conquista da Superliga 2011</strong></em><br />
<span id="more-5415"></span><br />
O ponteiro Murilo foi eleito o melhor jogador do mundo, é bicampeão Mundial e tem uma medalha de prata olímpica no currículo. O líbero Serginho, o Escadinha, é campeão olímpico e bicampeão mundial. No entanto, nenhum dos dois atletas tinha conquistado o título da Superliga Masculina. Neste domingo (24/4), o título do Sesi-SP coroou ainda mais a carreira de dois ícones do voleibol brasileiro.</p>
<p>Além do título, Murilo ainda foi eleito o melhor atleta da partida e também a melhor recepção da competição. Serginho ficou com o Troféu de melhor defesa.</p>
<p>- É bom ganhar até par ou ímpar, né?! Era o título que faltava à minha carreira. Depois de um tempo na Itália, voltei ao Brasil no ano passado, mas não conseguimos passar para as semifinais. Este ano, o Sesi-SP reforçou a equipe com o objetivo de ser campeão. Promessa cumprida &#8211; disse o ponteiro, que recebeu os prêmios da esposa, Jaqueline.</p>
<p>Na torcida, a ponteira Jaqueline era uma das torcedoras mais ansiosas do ginásio. Na próxima semana, ela estará no mesmo Mineirinho lutando pelo bicampeonato do Sollys/Osasco. No próximo sábado, o time paulista enfrentará a Unilever (RJ), na decisão da Superliga Feminina, a partir das 10h. E Jaqueline já fez seu pedido ao marido.</p>
<p>- Ele vai ter que passar para mim a mesma força que passei para ele. Ficar de fora é tão difícil quanto estar dentro de quadra. Fora, tem o nervosismo pela torcida. Dentro, a pressão pela conquista do título &#8211; disse a esposa, entre beijos e abraços.</p>
<p>Para Murilo, o título do Sesi-SP é fruto de um grupo completo.</p>
<p>- Trouxemos para dentro de quadra hoje toda a confiança que tivemos a temporada inteira. Só perdemos quatro jogos durante toda a Superliga. Não fizemos um bom segundo set. Mas tivemos a cabeça no lugar para retomar o nosso jogo no terceiro set e fazer uma excelente partida na quarta parcial &#8211; avaliou Murilo.</p>
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		<title>Para Escadinha, Sesi-SP venceu Sada Cruzeiro e a torcida</title>
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		<pubDate>Sun, 24 Apr 2011 23:11:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Líbero conquistou seu primeiro troféu da Superliga Assim como Murilo, o líbero Escadinha comemorou um título inédito. Para o jogador, a equipe paulista se superou e soube lidar com a pressão da torcida adversária que lotou o Mineirinho e vestiu ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Líbero conquistou seu primeiro troféu da Superliga </strong></em></p>
<p><span id="more-5442"></span><br />
Assim como Murilo, o líbero Escadinha comemorou um título inédito. Para o jogador, a equipe paulista se superou e soube lidar com a pressão da torcida adversária que lotou o Mineirinho e vestiu o ginásio nas cores azul e branco.</p>
<p>- É claro que eu estou satisfeito com o meu primeiro título da Superliga, mas prefiro pensar que esse é o primeiro título do Sesi-SP, uma equipe de guerreiros. Nós aprendemos a lidar com a pressão e suportamos um ginásio inteiro torcendo contra o nosso grupo &#8211; festejou o atleta, que elogiou o projeto do time paulista.</p>
<p>- Estou muito feliz com essa vitória. Esse título é muito importante para o nosso grupo, que tem apenas dois anos de existência. O projeto do Sesi-SP é maravilhoso e precisava ser coroado com um titulo desse porte &#8211; finalizou o líbero, que se emocionou e chorou após a conquista.</p>
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		<title>Campeão Wallace deixa nome marcado na Superliga</title>
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		<pubDate>Sun, 24 Apr 2011 23:10:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ele foi o maior pontuador da Superliga Masculina durante toda a competição. E na final não foi diferente. Com 27 pontos, no ginásio do Mineirinho, um dos templos sagrados do voleibol brasileiro, Wallace, do Sesi-SP, deixou seu nome marcado na ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ele foi o maior pontuador da Superliga Masculina durante toda a competição. E na final não foi diferente. Com 27 pontos, no ginásio do Mineirinho, um dos templos sagrados do voleibol brasileiro, Wallace, do Sesi-SP, deixou seu nome marcado na história. Em sua primeira temporada de retorno ao Brasil depois de quatro anos jogando na Argentina, o oposto provou que vive a melhor fase da carreira.</p>
<p>Ao receber o prêmio de melhor atacante do torneio, Wallace lembrou do irmão, Alexandre, um dos incentivadores para que o atleta jogasse voleibol.</p>
<p>- O meu irmão era baixo para o vôlei, mas foi vendo ele jogar que eu tive vontade de aprender esse esporte. Essa vitória foi muito emocional e passa um filme na minha memória com toda a minha trajetória &#8211; disse o jogador, que começou no esporte no atletismo como velocista dos 110m com barreiras.</p>
<p>Durante a Superliga Masculina, Wallace marcou 573 pontos para o Sesi-SP. O oposto do grupo paulista disse que viveu grandes momentos nos quatro anos na Argentina, mas nenhum chegou perto da emoção vivida na final dessa Superliga.</p>
<p>- Nunca pensei que eu viveria uma emoção tão grande como nessa final. É um momento de muita satisfação. O objetivo era o título e não fico pensando em premiações individuais. Não esperava ter uma temporada como essa. Lógico que sempre tem o desejo de jogar bem uma grande competição, mas esse ano foi especial &#8211; explicou o atleta, que depois do último ponto da decisão correu para as arquibancadas para abraçar a esposa Franciele e a filha Sofia. Antes de subir ao pódio, Wallace fez questão de subir na cadeira do árbitro e festejar.</p>
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